Há histórias que atravessam gerações, feitas de gestos simples que deixam marca. A da Mustela começou em França, com um leite de limpeza e a ambição de dois visionários de cuidarem do que é mais delicado: a pele dos bebés. Sete décadas depois, o mundo mudou, as rotinas aceleraram, mas a marca continua a ser sinónimo de confiança e suavidade, presente em tantas casas portuguesas como parte do dia-a-dia.
A viagem começou em 1950, quando Paul Berthomé e Claude Guillon criaram o primeiro produto especificamente formulado para recém-nascidos. A ideia era simples: se a pele dos bebés é única, o cuidado também tem de ser. O que não imaginavam é que, 75 anos mais tarde, essa mesma visão iria tornar-se uma referência mundial em dermocosmética infantil.
A missão sempre foi clara, desde o início: cuidar da pele das famílias com segurança, eficácia e naturalidade, aliando a ciência à sensibilidade. Hoje em dia, esse pacto mantém-se intacto, ampliado pelo compromisso com o planeta.
Foco na sustentabilidade
Mas a história não vive apenas do passado. Vive da forma como a marca se foi reinventando — e, muito antes de a sustentabilidade estar na moda, já a levava a sério. Em 2004, a Mustela assinou o Pacto Global das Nações Unidas e em 2018 conquistou a certificação B Corp, reservada às empresas que querem ter impacto positivo no planeta. Hoje, 96% dos ingredientes das suas fórmulas são de origem natural e todas as embalagens são recicláveis.
“Queremos ser uma marca que inspira confiança não apenas pela qualidade dos produtos, mas pela forma como cuidamos das pessoas e do planeta”, destacou Sophie Robert Velut, Managing Director da Mustela.
Se a natureza é uma inspiração constante, a ciência é a bússola que orienta cada decisão. A marca estudou a fundo a pele dos bebés nos primeiros 1000 dias de vida através do programa científico EV.E.I.L.S., identificando necessidades específicas para peles normais, secas ou atópicas.
Por trás de cada produto há ingredientes escolhidos com cuidado, desde o abacate biológico do Peru ao girassol cultivado em agricultura orgânica francesa à schisandra colhida à mão na China. Sempre com respeito pela biodiversidade e pelas comunidades locais.
Fundação Mustela
Mas cuidar da pele não é o único propósito. Desde 1982 que a Fundação Mustela apoia a investigação sobre infância e parentalidade, contribuindo para melhorar o bem-estar de milhares de famílias em todo o mundo. Uma missão que reforça o lado humano da marca: aquele que não se vê nas prateleiras, mas se sente no impacto social que promove.
Comemorar 75 anos é celebrar o que já foi feito e, acima de tudo, o que ainda está para vir. Porque cuidar da pele é também cuidar do planeta, das comunidades e das próximas gerações. A Mustela chega a esta data simbólica com a mesma esperança do primeiro dia: criar um futuro mais suave, mais seguro e mais consciente.
E, num mundo que muda tão depressa, há algo reconfortante em saber que certos gestos permanecem, como um banho, um toque ou um creme que acompanha as famílias, de geração em geração. 75 anos depois, a Mustela com a mesma promessa de sempre: cuidar da pele das famílias.
E o reconhecimento está à vista: em 2025, a marca recebeu o Prémio Escolha Sustentável na categoria “Gama de Produtos Dermocosméticos”.
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“Este prémio valida os 75 anos de investigação dos Laboratórios Expanscience na criação de produtos seguros para toda a família, sempre com respeito pela natureza. Motiva-nos a continuar a inovar e a adotar práticas cada vez mais responsáveis, cuidando não só da pele, mas também da saúde do planeta”, referiu Cecília Silva, Trade Marketing and Digital Business da Mustela.
“Para nós, é a confirmação de que estamos no caminho certo – aliando qualidade, segurança e responsabilidade ambiental – e reforçando a confiança que as famílias depositam na Mustela.”
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