Na hora de escolher emprego, há um fator que já pesa mais do que o salário

Segundo um estudo realizado pelo Clan, a flexibilidade está a transformar o recrutamento e tornou-se o novo salário emocional.

Longe vai o tempo em que o salário era o principal motivo para trocar de empresa ou aceitar uma proposta de trabalho. Hoje em dia, a flexibilidade do modelo de trabalho, seja ele híbrido, remoto ou presencial, está a consolidar-se como o principal fator na procura de emprego em 2025.

Já não se trata apenas de um extra simpático. Segundo quase 92 por cento dos líderes de recursos humanos que participaram no estudo “Experiência Digital do Emprego – Tendências e Aplicações”, é o fator número um na hora de atrair talento.

De acordo com o estudo desenvolvido pelo Clan, em parceria com o IIRH, num mercado em constante mudança, em que os colaboradores procuram equilíbrio e autonomia, a flexibilidade tornou-se o novo salário emocional.

Este cenário não surge por acaso. Depois de anos de adaptação acelerada ao digital e ao trabalho híbrido, os profissionais começaram a valorizar modelos que lhes permitam gerir melhor a vida pessoal e profissional. Contudo, o estudo revela também que existe um desalinhamento entre a perceção dessa tendência e o que se passa na realidade das empresas.

Como o Clan pode ajudar na flexibilidade

Embora as empresas identifiquem a flexibilidade como a nova prioridade do talento, apenas 47 por cento a destacam como um dos elementos que mais impactam positivamente os colaboradores, atrás da experiência digital. Quem não acompanhe esta mudança começa a sentir o impacto: menor capacidade de atração, maior rotatividade e dificuldade em gerar equipas motivadas.

É neste contexto que plataformas 100% digitais assumem um papel cada vez mais relevante ao simplificar processos que, durante demasiado tempo, foram lentos e burocráticos. Um exemplo é o Clan, que está a redefinir o recrutamento com uma experiência transparente e descomplicada, tanto para quem procura emprego, como para quem contrata.

Em vez de longos formulários, contatos dispersos ou documentos perdidos, tudo acontece num só espaço digital. Pesquisar oportunidades, candidatar-se online, seguir o estado das candidaturas em tempo real e assinar contratos digitalmente são passos que hoje se completam em minutos. Para os utilizadores, significa autonomia e clareza. Para as empresas, significa eficiência e um processo de integração mais fluido.

“O estudo prova que a flexibilidade é a nova moeda de troca para atrair talento e que as empresas devem usar a tecnologia com intencionalidade, para construir uma cultura de confiança e crescimento. O nosso papel no Clan é ajudar os líderes a serem os arquitetos desta nova experiência de trabalho”, referiu Eduardo Marques Lopes, Diretor de Marketing e Comunicação do Clan, ao site ConsumerTrends.

Nova proposta de valor das empresas

Para os líderes de RH, oferecer horários ajustáveis, opções híbridas e processos digitais faz parte da nova proposta de valor das empresas. E quem aposta nesta modernização não está só a acompanhar uma tendência, mas a posicionar-se para conquistar o talento que procura autonomia, confiança e experiências simples e humanas.

Segundo as conclusões do estudo, que envolveu 128 profissionais de recursos humanos em Portugal, na maioria diretores de RH e técnicos especializados, o futuro pertence às organizações que olharem para a digitalização não como um fim, mas como o meio para desenhar um ambiente de trabalho mais humano, flexível e gratificante.

No final, há algo que se torna evidente: a flexibilidade deixou de ser um benefício para se tornar um critério de escolha. E quem souber responder a esta expectativa estará mais preparado para o futuro do trabalho.

Em 2025, o Clan foi distinguido com o Prémio Best Tech Experience na categoria “Portal Online – Clan”.

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